Russa de 61 anos ‘revive’ após passar 3 dias em necrotério

A cozinheira aposentada Lyudmila Steblitskaya, de 61 anos, deu dois grandes sustos na família em pouco mais de um ano. Ela chegou a ser declarada morta duas vezes pelos médicos, em outubro de 2011 e dezembro do ano passado, antes de "voltar à vida".

Lyudmila, ao lado da neta e da filha Anastasia (Foto: Reprodução)

No mês passado, ela foi ressuscitada pelos médicos horas depois de ser levada para o hospital. Mas o episódio mais impressionante aconteceu em outubro de 2011, quando ela passou três dias em um necrotério na Rússia, e acordou pouco antes da realização da autópsia.

No primeiro episódio, em 2011, a mulher tinha sido internada devido a problemas cardíacos, mas, quando a filha Anastasia Steblitskaya foi visitá-la, recebeu a notícia de que sua mãe havia falecido. “Meu mundo tinha caído. Não conhecia meu pai e tínhamos perdido nosso irmão mais velho, era nosso único sangue nesse planeta”, contou a mulher de 29 anos ao jornal “Siberian Times”.

Após ligar para todos os parentes e entrar em contato com o necrotério, Anastasia ficou sabendo que só poderia retirar o corpo após o fim de semana, e já começou a pagar as taxas para enterro e decoração do velório. Quando voltou ao estabelecimento no início da semana e perguntou sobre a liberação do corpo de Lyudmila Steblitskaya após a autópsia, um dos funcionários disse que havia visto a senhora há pouco tempo, viva e deitada em uma cama.

“Joguei as roupas dela no chão e comecei a chorar, gritar, abraçar a minha mãe”, contou a mulher, que precisou ligar para o cemitério, assim como para todos os parentes, para cancelar o enterro. “Ela me acordou na manhã do enterro aos gritos: ‘ela esta viva, ela está viva!’, afirmou a irmão de Anastasia.

Lyudmila não se lembra de muitas coisas entre o momento que passou mal e quando foi acordada pela filha. A senhora disse apenas que, dos três dias que passou “guardada em um necrotério”, lembra-se apenas de sentir muito frio, e que, por uma questão de minutos, a autópsia não foi feita. O hospital não quis comentar a respeito dos motivos que teriam causado o erro ao decretar a morte da idosa, e afirmou à época que realizaria uma investigação.

G1

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